Dino deixa MJ sem concluir caso Marielle e desejo de pôr câmeras nas fardas das polícias

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, chega aos últimos dias no comando da pasta deixando marcas em diferentes áreas, mas também projetos incompletos, que foram prometidos até antes da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acabaram não se desenrolando como previsto.

Dino não conseguiu, por exemplo, entregar a conclusão do caso Marielle e Anderson, a consolidação de um projeto de câmeras corporais nas polícias e a desintrusão da terra indígena Yanomami, com a retirada definitiva do garimpo ilegal.

Já por outro lado, o futuro ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STF) deixa um Sistema Único de Segurança Pública (Susp) mais consolidado, com acordos importantes para irrigar os estados e o DF com investimentos, além de avanços inéditos na segurança nas redes sociais e um maior controle das armas de fogo no país.

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